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terça-feira, 29 de Agosto de 2006
Amiguinhos e amiguinhas, informo que deixarei de escrever por tempo indeterminado. Deixo esta musica dos The Cure que pertence á banda sonora do meu filme favorito, O Corvo. Até lá divirtam-se que eu volto qualquer dia. Beijos Burn Don't look, don't look the shadows breathe whispering me away from you don't wake at night to watch her sleep you know that you will always see this trembling, adored, toussled bird-mad girl every night i burn every night i call your name every night i burn every night i fall again don't talk of love 'cause shadows blur murmuring me away from you don't talk of worlds that never were the end is always ever true there's nothing you can ever say nothing you can ever do still every night i burn every night i scream your name every night i burn every night the dream's the same every night i burn waiting for my only friend every night i burn waiting for the world to end just paint your face and shadow smile slipping me away from you oh it doesn't matter how you hide find you if we're wanting to so slide back down and close your eyes sleep awhile - you must be tired when every night i burn every night i call your name every night i burn every night i fall again every night i burn scream the animal screams every night i burn dream the crow black dream Every night I burn, screaming the animal scream Every night I burn, dreaming the crow-black dream. yeah, yeah Dreaming the crow-black dream...
sábado, 26 de Agosto de 2006
![]() Uma das coisas que mais me desperta curiosidade, é saber o que existe para além desta vida (se é que existe). Será que quando morremos acaba tudo? Ou a morte é uma forma de alcançar outro nível de espiritualidade? Tenho amigos que acreditam em reencarnação, que dizem conhecer pessoas de outras vidas e que lembram-se com clareza do que fizeram antes desta. Como sou curiosa e este é um assunto bastante polémico, fui tentar descobrir respostas. Descansem que não fui a nenhuma bruxa daquelas que aparecem na TV dizendo que fazem tudo e mais alguma coisa. A minha pesquisa foi estritamente informática. Existem sites bastante positivos: contam que depois de morrermos, a alma vai para um lugar superior e aí reflecte sobre tudo o que aconteceu nesta vida. É ela que decide quando regressar á Terra para continuar no seu processo de engrandecimento. Outros sites são um pouco mais cruéis: as almas que se portaram mal, ficam mais tempo cumprindo uma penitência que pode levar um tempo indeterminado. Em qualquer um dos casos, a única garantia é que cada alma decide para onde quer ir. Outra das perguntas que costumava fazer era: então porque não me lembro de nada do que vivi no passado? Um site “respondeu-me” que esta amnésia que passa de vida para vida é de propósito porque imaginemos que noutra vida matei um homem e nesta vida “só por acaso” é o mesmo que eu amo. Não seria muito agradável saber que assassinei uma pessoa que agora nem posso viver sem ela! Concluindo: cheguei ao fim da minha pesquisa na mesma! As informações sobre o que existe para além da morte são bastante contraditórias. Em alguns casos tudo é maravilhoso e ninguém vai para o inferno mesmo que tenha sido um diabo, noutros casos existe uma auto-flagelação e perde-se pontos na carteirinha de alma boa. Pelo sim, pelo não, o melhor mesmo é evitar grande erros aqui porque todos são responsáveis pelos actos cometidos…agora na outra…só esperando para ver. Etiquetas: Morte, Perguntas, Vida
terça-feira, 22 de Agosto de 2006
![]() Quando o dia nascer junto com a noite e sol bailar perdido com a lua espero que as estrelas venham beijar as ondas e mergulhar o teu corpo no meu. Quando as aves nadarem pelos mares e os animais ferozes tornarem-se domésticos espero pela dança entre os planetas Para reclamar por um beijo teu. Etiquetas: Poema
sábado, 19 de Agosto de 2006
![]() Ao escrever este texto fiquei a pensar: que interesse tem para as outras pessoas saberem dos meus gostos? Sinceramente não sei, mas em toda a blogosfera espero que alguém partilhe de algum dos meus interesses e identifique-se pelo menos com um deles. 1- Gosto dos meus pais porque são as melhores pessoas do mundo e se pudesse escolher não queria outros. Acho bonito o relacionamento deles porque a minha mãe é exagerada em tudo e o meu pai é o oposto. Após 34 anos de casamento andam a correr um atrás do outro pela casa toda brincando á apanhada. Lol 2- Gosto dos meus amigos/as. Se quisesse ser bastante convencida diria que são muitos mas sinceramente, são poucos e bons. Não sou uma rapariga de multidões. 3- Gosto de passear á beira-mar e sentir o aroma da maresia. Perco-me durante horas vendo as ondas seguirem o seu rumo e é um bom método de relaxamento. 4- Gosto de ver a lua cheia. Sempre achei uma das coisas mais belas do mundo e fico com curiosidade para saber como é a vista lá de cima. 5- Gosto de ler e escrever poemas. É uma forma simples de expressar, através de rimas (ou não), o que vai na alma. O primeiro poema que escrevi tinha 16 anos e era em inglês. 6- Gosto de ouvir musica e dependendo do meu estado de espirito, pode variar entre a mais rítmica e a mais sentimental. 7- Gosto de aprender! Sobre tudo um pouco mas especialmente sobre assuntos do meu interesse e que sejam úteis. Por isso fico horas á procura. 8- Gosto de ensinar a quem tenho vontade de aprender porque é bom ver que os ensinamentos foram bem empregues. 9- Gosto de jogar snooker online. No princípio chegava a ser um vício mas agora é só um passatempo durante as horas vagas ou então quando estou com preguiça de fazer alguma coisa. 10- Gosto de cantar. Segundo o que as poucas pessoas que me ouviram disseram, canto bem (bajuladores), mas só costumo fazê-lo em casos raros. Etiquetas: Gostos
terça-feira, 15 de Agosto de 2006
![]() A alma inquieta em mim voa como pássaro na tempestade tentando achar principio e fim no meio desta incessante dor que é saudade Ah se a minha alma falasse! contava a cada estrela no céu mesmo a quem não acreditasse que este meu coração é só teu Mas fica queda e imóvel no seu canto porque de tanto querer e tanto amar resta-lhe apenas dor e pranto desta saudade que a quer matar Etiquetas: Poema
sábado, 12 de Agosto de 2006
Amiguinhos e amiguinhas estou chateada! Coisa rara, diga-se de passagem mas esta pobre mortal foi atingida por essa maleita que é a chatice. E porque estou assim? Ora, a resposta é muito fácil: tal como Einstein sentiu-se mal após descobrir que a bomba atómica nao foi uma boa ideia, a minha doce e não menos humilde pessoa descobriu que os meus conhecimentos, foram mal-empregues. Pois... estou revoltada, pois... estou chateada e pois... estou fula! Como já toda a gente sabe, eu gosto de ensinar o pouco que sei mas a forma como o receptor utiliza os meus ensinamentos, está muito além do meu alcance. E por isso, ao descobrir que o meu tempo, dedicação e paciência foram utilizados em favor de outras pessoas (muito longe da minha estima), sinto-me completamente idiota. Na vida existe os que usam e os que sao usados e neste momento pertenço ao segundo caso... Por tudo isto fico a pensar duas vezes se realmente vale a pena partilhar. É que se eu fosse egoista e só pensasse em proveito próprio, o embate ao descobrir certos blogs custaria menos... *** Nada a ver mas... Perguntaram-me porque tenho dois lugares para comentar, o “chamas” e “outras chamas”. O problema que acontecia era que nem todas as pessoas usam java (sistema que permite ver imagens em movimento entre outras coisas) e por isso não conseguiam ver a página de comentários do Haloscan. Então a solução foi voltar a colocar a do blogger e problema resolvido. Na mesma podem comentar em qualquer lado (se bem que eu prefiro o Haloscan porque guarda os dados todos e poupa tempo). Etiquetas: Injustiças
terça-feira, 8 de Agosto de 2006
![]() Em Beltraine deixei o meu coração na dança frenética entre o sol e a lua onde as fogueiras queimam as almas e o pacto de amor foi feito. Em Beltraine, por entre as brumas vi-te numa nuvem negra escrevendo num dialecto misterioso e confuso Secreto e profundo que só nós entendemos. Em Beltraine dançava nua pela floresta brincava com animais ferozes e banhava-me nas cataratas milenares como se fosse o último dia da minha vida. E aqui acordei desperta para a vida delirio de uma noite quente de luar onde vi-te, vi-me e lá ficamos na efémera e linda terra de Beltraine. Etiquetas: Poema
sexta-feira, 4 de Agosto de 2006
![]() Quando criei o meu primeiro blog não sabia o que deveria escrever, por isso peguei no meu caderno de poemas e passei os que achava mais interessantes para serem lidos online. No começo, eram todos em inglês pois era a forma mais fácil de expressar os meus sentimentos. Aos poucos fui adoptando a lingua materna como base de escrita e embora custasse, consegui “sentir em português”. Faz dois anos que criei o meu primeiro blog e desde então muitos apareceram e consequentemente foram eliminados. Uma vez vi num site quais eram os principais requesitos para ter um blog e percebi que não tinha nenhum deles: -Escrever todos os dias (Missão impossível no meu caso. Tico e teco morreriam de exaustão!), -Visitar e comentar todos os blogs, sendo sempre agradável mesmo que detestasse o texto (No thanks, a minha vertente de bajuladora ainda está para ser criada. Só comento se gosto e se não gosto vou embora. Também não sou do género de deixar comentários anónimos), -Oferecer presentes aos visitantes (awards, gifs, etc.). Eu ofereço o meu selo e os meus poucos conhecimentos em relação a blogs e dicas úteis, -Escrever pouco, porque textos enormes cansam (nisso tenho dias. Se tiver muita coisa a dizer... digo). Tudo isto para dizer que, este blog tem apenas seis meses (e alguns dias) e continuo sem motivo algum para escrever. Ás vezes sinto que tenho tanto para contar mas as palavras não saiem, outras vezes não tenho assunto e espero que a inspiração chegue. Para mim, escrever implica desnudar-se de medos, tabus e transportar para uma tela de ecrã o que a alma sente. No entanto, a alma sente tanto que era preferível não sentir, ama tanto que preferia mil vezes não amar porque as palavras reflectem-se nos olhos de quem lê mas nem sempre chegam à sua alma. Etiquetas: Blogs
terça-feira, 1 de Agosto de 2006
![]() O relógio passa infinitamente devagar Entre lágrimas esquecidas no meu rosto E mãos cheias do vazio em que pertenço Não te vejo, nem te oiço ou sinto Estarei louca por esperar em vão? O tempo passa e torna-se cruel Esta coisa que mata-me por dentro Transparece nestes olhos que eram só teus. Revejo as páginas do meu diário Algumas rasgadas por mágoa e revolta E eu pergunto: para quem escrevo? Quem me lê? São só palavras atiradas ao vento... Hoje faz seis meses que deambulo Perdida na tempestade, tão longe de ti Seis meses de sonhos, pensamentos e desejos E somente o que sobra é esta saudade sem fim. *Parabéns ao meu blog por atingir tantos meses! Etiquetas: Poema
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